Startups no Brasil – sinônimo de sucesso

Antes de abordar o tema Startups, é importante fazer um breve resumo sobre seu significado: o termo, tão publicado atualmente, teve origem nos EUA e faz alusão às empresas de pequeno porte, recém criadas, ou em fase de constituição. As organizações que se enquadram a esse nicho, normalmente estão ligadas à pesquisa e ao desenvolvimento de projetos. As principais exigências para se enquadrar como uma são: ter custos baixos de manutenção;  oferecer grandes oportunidades na geração de lucros.

As empresas de tecnologia são as que mais se destacam entre as startups – e não é à toa – elas tem modelos de negócios diferenciados e inovadores, características que se encaixam perfeitamente às que seus apoiadores procuram.

Google, Apple e Flickr são os exemplos de maior sucesso mundial entre elas. No Brasil, dentre as mais conhecidas estão: Buscapé (site comparador de preços de produtos); Peixe Urbano (site de compras coletivas). Atentas a isso, algumas empresas brasileiras têm até se instalando no Vale do Silício (região que abrange várias cidades do estado da Califórnia, nos EUA), onde a Apple e a Microsoft inciaram suas atividades e onde se concentram startups de inovação científica e tecnológica. A empresa brasileira Movile, líder em serviços de entreterimento móvel na América Latina, em 2012, abriu um escritório no local.

Veja abaixo um pouco das experiências do grupo, vivendo nos EUA:

Marco Gomes, fundador da boo-box, uma outra startup nacional, que trabalha com anúncios em redes de displays, em sites e redes sociais, acredita que é preciso dedicação para obter sucesso: “Muitos empreendedores desenvolvem grandes ideias, mas têm receio de oferecê-las ao público, de não serem bem aceitas ou não serem rentáveis. Fundar uma startup significa trabalhar 24 horas por dia, sete dias por semana, com muita disposição de aprender, inovar e empreender”. Neste ano, a empresa foi considerada uma das 50 mais inovadoras do mundo.

O desafio vai além da criação de uma boa ideia. É preciso persistir no negócio e saber quando arriscar. Nunca se esqueça:  o planejamento é fundamental para a saúde da empresa. “Ter um milhão de ideias e não aproveitá-las leva à frustração. Quando se tem um objetivo, precisa fazê-lo acontecer. O melhor caminho é focar, sentar na cadeira e trabalhar”, indica Marco Gomes.

Se você tem uma grande ideia e poucos recursos financeiros, é preciso ter muita dedicação para criar um projeto que convença aos investidores. No Brasil há incubadoras de empresas, agências de fomento – como o FINEP – e investidores anjos que ofertam apoio financeiro e institucional para as startups. Uma outra alternativa é procurar os investidores de capital de risco (Venture Capital), onde o investidor compra parte da empresa e participa diretamente de sua gestão.

Mesmo com o avanço do Brasil no tema, ainda há um longo caminho a percorrer para alcançar os feitos das empresas do Vale do Silício, que reúnem talentosos empreendedores, grandes empresas e recebe milhões de dólares em investimentos todos os anos. A tendência é que o número de investidores aumente a cada ano no país.

Fontes: Revista Exame, Revista PEGN, Startups Brasil.

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